Sento
em qualquer beira
qualquer canto
vento
banco.
E me faço cadeira.
Eu, quase intacta
quase dura.
Serena
esfolio meus lamentos
de minha madeira.
Eu
me envernizando
Em corpo e ar
Por
Brenda de Oliveira
em
22.9.07
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3 comentários:
Quem dera se eu fizesse dos meus pensamentos, minhas vontades...
Lindo..!!
parabéns...
beijo!
Ahh esse é um máximo!
Nem precisa de lengenda pra mim!
Saco?
Saco?
Cade o choro-luz?
=*
Muito bonito o seu poema.
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